O Threadless é um site que vende camisetas feitas por pessoas mundo a fora. O legal é que  os próprios criadores aparecem no site, junto com suas peças, e qualquer um pode fazer. Através deste link você baixa as coordenadas para fazer a sua estampa. Os designs escolhidos pela equipe do Threadless e por uma votação que acontece no próprio site ganham US$ 2000 em dinheiro. Ai a camiseta fica a venda no site. Ah, entrega para o Brasil. Ai em cima algumas das camisetas que estão sendo votadas, que eu gostei.


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Gente, a Mischa Barton matou o Chewbacca, arrancou as pernas e usou como bota???????



Eu já tinha falado do Sam Riley aqui no blog, colocando ele como um dos destaques de Cannes, lembram? Pois agora ele é a estrela da nova campanha da Burberry. Lindo e estiloso, daqueles que já nasceram “prontos” para o sucesso, né? Fiz uma fichinha dele, para quem quiser saber mais:

Nasceu em Leeds, Inglaterra, no dia 08 de janeiro de 1980.

Já foi vocalista de banda, o 10,000 Things e a banda era boa! Quem quiser dar uma olhada, vai aqui - Too Young - 10,000 Things

Ele tem namorada, é a atriz alemã Alexandra Maria Lara (que contracenou com ele no filme Control)

Ele mora em Berlin

Os filmes que já fez:

Control - no qual ele interpreta com maestria o vocalista do Joy Division

Franklin - ainda em fase de pós produção, ele faz Milo, o protagonista

 



 - Todo mundo sabe aonde este visual bonito levou Britney, né?

E eu que achei que ninguém nunca mais ia lembrar que um dia as mulheres acharam que era bonito usar calça justa (independente do tamanho do bumbum) e barriga de fora (independente das condições da barriga). Aí de repente parece que tem gente achando isso bom… NÃO PODE , NUNCA, NÃO FICA BOM NEM NA GISELE!!!!!!!! É  feio, evidencia TODAS as gordurinhas e culotes e quadris a mais e, mesmo quem tem o corpo perfeito fica com cara de baranga, de vulgar. Pelamordedeus, acreditem em mim!



Todo mundo já sabe o quanto eu estou amando a moda masculina nos últimos tempos. Então resolvi dar uma olhada nos desfiles das semanas de moda masculina internacionais e contar pra vocês o que achei de mais bacana. Apesar de nunca ter me ligado no assunto, tenho achado que a moda masculina tem evoluído muito e para caminhos bem mais legais do que a feminina (pronto falei). Eu tenho vontade de usar muuuitas destas roupas feitas pra homem, e acho que esse é um caminho mesmo, porque hoje em dia não tem mais essa de “isso é coisa de homem, isso é coisa de mulher”, tem?

Ann Demeulemeester

 - Amei o chapelão, que dá super personalidade ao look. Adorei também os decotes V sobrepostos, junto com o colete. Achei sexy (mas reparem que não tem cabelos no peito do modelo…)

Bottega Veneta

 - Um terno que de outra forma seria tradicional ficou alegre e atual com a gravata com listras grossas+sapato bicolor. Também acho chique o terno e a camisa serem da mesma cor.

Burberry

 - Mais peito de fora, que fica equilibrado por causa do maxi-cardigâ e do trench. A calça justa deixa tudo com cara de moderno, né?

Jean Paul Gaultier

 - Amo referências cowboy e amo xadrez. Chique e bem humorado.

Junya Watanabe

 - Achei isso um sonho. Quero usar já. A manga/gola do blazer com uma sobreposição falsa aparecendo é muito fofa. Ainda mais combinando com a barra da calça (que é larguinha), e o chapéu, ficou parecendo um bonequinho. Lindo lindo lindo.

Lanvin

 - Um mendigo rico, meio Pete Doherty se ele fosse milionário e tomasse banho. Sabe como?

Veronique Branquinho

 - Despojado da cabeça aos pés sem perder a elegância.

Viktor & Rolf

 - Moderno na medida certa. A camiseta listrada e o óculos de grau fizeram toda a diferença.

YSL

 - Chique, chique, chique. E moderno. Stefano Pilati prova, mais uma vez, ser merecedor do título de sucessor de Yves Saint Laurent.

Comme des Garçons

 - Adoro homem de saia - gosto mesmo. E em PB ficou chique ainda por cima.



 

Já virou mania na redação da Quem,  as pessoas fazendo dobraduras ao invés de trabalhar!! Então, pare de trabalhar você também e vá até Esta página . Aqui você faz o download de indicações sobre como montar alguns toy art de papel do designer Shin Tanaka. Depois de pronto, você pode pintar a criação como quiser e melhor ainda, dá pra mandar a criação para o e-mail do próprio Shin - tanakashin@gmail.com . Se o seu toy for aprovado, ele entra para a galeria do site. Não é bacana?

 

 

 

 



A Mariana, minha assistente antenada, mandou a contribuição dela sobre as músicas que a fazem “cantar sozinha, tipo aquelas que a gente põe repeat no som do carro, sabe?”

Vamos as escolhas de Mari:

    Gossip - Standing in the way of control 

 
   Justice - We are your friends

   Van She - Kelly
 



Olha ai a Rita!

Este post é dedicado a minha amiga Ana Luiza. Quando eu morava em Buenos Aires, eu e Ana (que é brasileira) começamos a ficar obcecadas com a coluna da Rita Konig para a Vogue inglesa. Ela dava dicas de decoração, truques para fazer a casa, o espírito e o visual ficarem mais chiques. Aí descobrimos que a Rita tinha escrito um livro, Domestic Bliss - How to Live. Compramos o livro e nos deliciamos com as dicas da nossa ídola sobre como ter uma vida mais glamurosa. Agora, além de outros livros (Rita’s Tips for Domestic Bliss, Rita’s Culinary Trickery - How to Get Dinner on the Table Even if You Can’t Cook) ela também tem um blog!!! Vale a pena passar lá, para quem é a favor de uma vida menos ordinária.

 



Acabou a loucura e agora a gente pode voltar a vida normal! Normal? Hahahah! Enfim, vamos ao que interessa. Fiquei super contente com a maioria das coisas que vi. Diferentemente do Rio, em que quase todas as marcas mostraram as mesmas tendencias (e ai a gente fica achando que todo mundo se fixou nas mesmas coisas que viu nos portais de tendências - e ainda se pergunta: porque meu Deus? - o legal da moda näo é que ela pode fazer cada indivíduo/marca único(a)?) o SPFW mostrou vários estilistas olhando pra dentro, pro lado, pra cima… pra tudo quanto é lugar, menos pros portais de tendências!!!!!!!!!!! EEEBBAAA!! Não que as coleçöes fossem todas enlouquecidas e não usáveis, ou não pensadas para a venda - é claro que eram - mas o mais legal foi ver que cada vez mais gente tem segurança suficiente para mostrar uma moda verdadeira, ou uma moda de verdade. Então partindo deste ponto de vista, vimos um milhão de tendências (eu sei que muita gente tem problema com esta palavra, mas eu vou usar mesmo assim porque simplifica as coisas), o que vai dar mais liberdade para as pessoas usarem o que gostam, entenderem o que é moda e até criarem modismos.

Bom, vou falar então das coleçóes que mais gostei no SPFW:

AMAPÔ

Foi um desfile corajoso e sincero. A marca que já é famosa por suas estampas deu vários passos a frente e apostou em looks monocromáticos em que as estampas se tornaram relevos tridimensionais no tecido. A silhueta 80s foi mantida, mas apareceu menos óbvia e o resultado final foram looks super elegantes.

DO ESTILISTA

Eu gosto muito das criações de  Marcelo Sommer, e achei que desta vez ele se superou. Uma coleção muito conceitual e particular, que mostrou moda e não roupas. Aliás tem um post ótimo sobre o assunto na Oficina de Estilo . Eu amei o body suit da foto!

FABIA BERCSEK

 Outra que eu adoro, e que mostrou uma coleção linda, com muitas cores, estampas fofas e cheias de personalidade. Aliás personalidade é a palavra quando se trata de Fabia, quem gosta do seu estilo forte não vai se decepcionar. As botinhas de cano baixo meio cowboy meio glam são um sucesso.

ALEXANDRE HERCHCOVITCH

Aconteceu uma coisa engraçada, eu assisti o desfile de Herchcovitch do telão e não li o release, então a minha interpretação foi diferente do que ele explicou, e eu adoro quando isso acontece, mostra o tanto que a moda é subjetiva e mexe com as pessoas de formas diversas. O cenário todo branco, com várias bandeiras brancas me remeteu à rampa do planalto em Brasília. As roupas, que segundo ele eram inspiradas em territórios politicamente problemáticos da atualidade, para mim, tinha toques do cangaço. Enfim, independente de tudo, as roupas eram chiques, modernas, bem cortadas… tudo que ele faz tão bem.

HUIS CLOS

 Lindo, leve, chique, atual… tudo! Pela primeira vez a marca trabalhou o jeans, e, meu Deus, como trabalhou! O resultado foram peças elengantérrimas, no melhor estilo Clô Orozco. A coleção veio um pouco mais jovial, mas sem perder a mão nem o estilo da marca. Os macacões, que já tinham aparecido no inveno, e a modelagem das calças com as pernas mais ajustadas e a parte de cima folgada são para mim, o que há neste momento.

MARIA BONITA
 
Todo mundo amou a coleção da Maria Bonita, e eu também. As palavras pra mim são consistência e evolução. A marca desde sempre mostra uma moda elegante, bem feita e despretensiosa, mas a cada estação avança nos conceitos e materiais usados. Este macacão de renda foi meu favorito, chique até o último fio!

 NEON

 Que desfile lindo, elegante, sensual e moderno. A palavra que veio a minha cabeça foi classudo. Os elementos Neon como estampas, cores, shapes 80 estavam todos lá, mas todos muito refinados. O cabelo e a maquiagem reforçaram o conceito, assim como os mega brincos da designer Christine Yufon, usados de um lado só, que eram puro deleite. AMEI o vestido com estampa de Gauguin, parecia uma tela  que tinha acabado de sair do museu, fiquei arrepiada.

RONALDO FRAGA

O que mais me emocionou foi o tema do desfile e como Ronaldo o desenvolveu. Ele falou da triste história do Rio São Francisco, desde quando ainda era limpo e cheio de vida (ai ele mostrou vestidos lindos, com bordados super ricos e coloridos) até quando o rio ficou poluído e sem vida (ai os looks também acompanharam e apareceram em cores mais tristes, com bordados que, ainda ricos, mostravam peixes e garrafas pet num mesmo rio). Foi de arrepiar.



Acabou a semana de moda carioca. No final das contas, tudo aconteceu da maneira que a gente esperava, sem grandes surpresas. A maior decepção é a de sempre: de ver quase todo mundo apostando nas mesma tendências (bordados, babados, mix de estampas…) isso cansa um pouco os olhos e a beleza da gente…
Em uma situação desta, quem se destaca é quem tem coragem de apostar em inspirações próprias ou quem executou com mais maestria as tendencinhas da hora.
Os desfiles que eu apostava que iam ser bons, foram: Coven, Drosófila, Thais Losso, Cantão, Lenny, Maria Bonita Extra, Redley, Rita Wainer e Sta. Efigênia, que foi talvez, a maior unanimidade entre o povo da moda. Vou contar porque gostei de cada um:

Coven

Apesar de alguns looks um pouco pesados para o verão, eu gostei bastante dos vestidos de festa, que conseguem ser modernos e elegantes sem serem aparecidos demais. A impressão que tive foi de um desfile mais crescido do que o passado. Explico - no inverno foi tudo muito colorido e tinha uma influência punk, que dava uma cara um pouco mais jovem as roupas. Desta vez, as cores eram mais esmaecidas, as combinaçõe mais chiques (preto com bege rosado por exemplo), e as peças tinham corte mais crescido também.

Drosófila

Eu já tinha gostado bastante do inverno, por isso esperava um verão bom, mas o desfile da Drosófila superou as minhas expectativas e foi um dos que mais gostei do Fashion Rio. O que mais gostei foi o caráter super atual das roupas, eles materializaram o que eu acho que está no subconsciente fashion do povo antenado, as listras e xadrezes. Aí misturaram os dois padrões e colocaram em peças muito bem cortadas e usando tecidos de caimento perfeito. Show de bola.

 Thais Losso

Eu amo Ugly Betty, então a inspiração de Thais já era meio caminho andado para eu gostar do desfile. Achei que ela mergulhou fundo nas raízes de Betty mais do que no seu mundo, mas nem por isso a coleção perdeu. Um pouco do México (terra natal do pai de Betty) apareceu nas flores estampadas, bordadas e no cabelo das modelos e num feeling de Frida Khalo que eu senti ao ver os looks montados.  E claro, tudo com a pitada pop de Thais, o que faz a maior diferença no resultado final.

Cantão


 

Mais um desfile que eu tinha adorado o inverno e fui cheia de expectativa. E elas foram atendidas! O verão da Cantão foi super colorido e com toque étnico - desta vez foi o japão e o havaí que entraram na roda, dando origem a estampas bem bonitas. Todas as peças tinham um apelo de “relax na praia” mas super antenada, que foi crucial para deixar tudo mais composto. Os chapéus panamá usados no styling deram super certo também.

Lenny

O que dizer da Lenny? É chato ficar repetindo sempre o mesmo mantra, mas ele precisa ser repetido: maiôs e biquinis super bem cortados, tão bons que parecem alta costura, se é que pode se dizer isso. Tudo muito chique, impecável. As pedras de ágata bordadas nas peças e as estampas localizadas que remetiam a pele de cobra e a pontos de luz deixaram tudo ainda mais elegante e sexy. A palavra é: Elegante.

Maria Bonita Extra

O que achei mais especial da coleção da Maria Bonita Extra foi a maneira que a estilista Ana Magalhães traduziu para a suas roupas a inspiração escolhida. O filme O Amante, baseado no livro de Marguerite Duras. A história se passa na Indochina dos anos 30 e o figurino do filme foi transformado em peças com o DNA marca. Então vestidos leves, elegantes e comportados foram misturados com chapéus e sapatos masculinos e estampas que remetiam a Asia. Muitíssimo bem executado e lindo.

Redley

Todo mundo falou tanto do desfile da Redley de inverno, que o de verão já veio cheio de expectativa. Não tão excitante quanto o passado, mas cheio de personalidade, a coleção me deixou bem feliz. A aposta foi no esporte, e as roupas, muito bem cortadas, todas tinham este perfume, mas sem cair na mesmice ou no óbvio. Outra coisa legal foi que a moda tinha cara de verão mas bem urbano (pq sempre que se pensa em verão o povo cai pra roupa com cara de praia).

Rita Wainer

Personalidade é tudo nas criações de Rita Wainer. Tudo ali tinha a sua cara: lúdico sem ser palhacento, chique sem ser antiquado e moderno sem ser modernoso. As modelagens complicadas foram super bem construídas. Talvez por isso só 10 looks na coleção. Porque realmente é melhor fazer 10 bem feitos do que 30 mal feitos. Arrasou.

Sta. Efigênia

Todo mundo gostou do desfile colorido da Sta. Efigênia. A marca também conseguiu traduzir sua inspiração (uma tea party no jardim) super bem, sem brigar com suas características. Uma coleção um pouco mais jovem do que a passada, mas nem por isso banal, roupa vendável mas bem feita. Tudo de muito bom gosto.



E por este motivo este blog vai ficar meio parado. Queria convidar vocês a acessarem diariamente a página de Moda e Beleza da Quem de 07 a23 de junho e acompanhar tudo que está acontecendo nas semanas de moda brasileiras. As críticas dos desfiles do Fashion Rio serão feitas por mim, pela Sandra Bittencourt, editora de moda da Marie Claire e pela Maria Sanz. Em São Paulo, eu, Sandra, a Luciana Obniski da Época SP e as meninas da Oficina de Estilo!! A idéia é termos visões diferentes, por tanto cada uma vai usar a sua linguagem na hora de escrever.

Acho que uma crítica de moda é algo muito subjetivo e pessoal, então, quando escrevo, a minha idéia é contar para quem não esteve no desfile como tudo aconteceu, dando a minha interpretação - aliás outro dia, conversando com a Caro Gold da Amapô, ela me disse que adorou ver as diferentes interpretações que cada jornalista deu para o desfile da marca no último SPFW, e a gente chegou a conclusão que estas visões pessoais só enriquecem as críticas. Bom, é isso, espero que vocês gostem da nossa cobertura. Aliás, vamos ter espaço, junto com as críticas, para os internautas darem sua opinião. Então ajudem a gente a fazer uma cobertura bacana e dêem muitas!!

Falando no assunto, fiz algumas entrevistinhas com gente que já está acostumada a cobrir as semanas de moda há tempos, a pergunta era: Qual a importância de uma crítica de moda?

Sandra Bittencourt, editora de moda da Marie Claire

“A crítica pode ser a primeira impressão de vários pessoas que vão conhecer, desejar, e se emocionar ou não com um desfile. Tudo isso através do olhar e da crítica de um jornalista. Por isso é sempre bom ler várias críticas antes de ter sua própria opnião.”

Milene Chaves, Editora do site Chic

“A crítica, como uma resenha literária, por exemplo, é um texto que reúne interpretação e descrição com olhar crítico. Não deixa de ser uma grande legenda para as fotos que geralmente a acompanham, seja em revista, jornal, tevê ou site. A crítica acaba servindo mais ao mercado do que ao público que ama moda, o que é uma pena. Quem lê críticas de desfile sempre acaba aprendendo algo de moda.”

Olivia Hanssen, do blog Oh

“A função da crítica de moda é analisar um desfile, explicando aos leitores quais são as propostas e tendências em que cada estilista aposta. Isso não significa que a editora/jornalista tem que concordar com tudo que se vê na passarela, mas pra mim, o importante é que sejam críticas CONSTRUTIVAS, que ajudam o estilista a entender aonde/ no que errou. Não vale falar mal só por falar, tem que justificar!”

Biti Averbach, do blog Sem Frescura

“A crítica de moda serve como um parêmetro para o leigo. Para se fazer uma boa crítica, no entanto, é preciso que o jornalista conheça a fundo o trabalho do estilista e a sua proposta para aquela estação. De posse dessas informações, ele deve analisar se a idéia foi bem realizada, se o estilista está sendo fiel à sua marca e ao seu público. O problema da crítica, não só na moda mas em qualquer área, é que sempre há uma certa dose de subjetividade envolvida no processo. Por isso, é bom lembrar que crítica não é uma verdade absoluta que deve ser acatada, é apenas a opinião de um profissional que entende daquele assunto.”

Ricardo Oliveros, do blog Fora de Moda

“É muito complicado falar de crítica de moda no Brasil, porque  somos um país muito jovem em termos de moda. Estamos construindo aos poucos e a duras penas nossa história. Para se construir um pensamento crítico é necessário tempo, bibliografia específica, conhecimento técnico, histórico e cultural. A crítica não passa pela questão de gosto, e sim, pela análise histórica da marca, do público que ela pretende atingir, do tamanho que ela tem. São vários os critérios para se formatar um texto crítico. Por exemplo, não tem como dar o mesmo peso para uma marca grande e para outra que está começando. O que vemos, é que as coisas não são relativizadas, tudo fica na mesma prateleira, e não é assim. Mas com o passar do tempo, as coisas vão encontrar o seu lugar.”

 

 



A Mayra, que trabalha do meu lado aqui na Quem, estava lendo o blog Desculpe a Poeira e eu dei uma espiada e vi um post sobre os 15 anos do filme Amor a Queima Roupa. É um filme que eu amei muito quando vi (meu Deus, já fazem 15 anos!!). Além da história de amor, daquelas que os dois sofrem horrores (neste caso fisicamente, e muito, muito mais do que Amy Winehouse e Blake Fielder-Civil) mas terminam felizes, as roupas que Alabama (personagem de Patricia Arquette) usava eram incríveis e têm super a ver com as tendências que temos visto ultimamente: lingerie a vista, cowboy, animal prints, óculos escuros a lá Ray Ban Wayfarer com aros coloridos. Quem não viu, vale a pena. O roteiro é de Quentin Tarantino e a direção de Tony Scott. Ah, e ainda tem o Brad Pitt em um papel impagável, como um viciado abobado.

 



Além da moda, tenho duas outras paixões, música e cinema. Me inspiram muito. Então achei de bom tom dividir com vocês as últimas do meu ipod, pra ver se vocês também se inspiram. E é de bom tom que vocês também mandem as músicas que tem inspirado vocês nos últimos tempos, assim fica todo mundo inspirado!

  Sam\’s Town - The Killers
 Ready for the floor - Hot Chip

  Life\’s a gas - TREX 

 Long Distance Call - Phoenix



 

Gente, estou adorando acompanhar Gossip Girl. É verdade que a história é furadinha, cheia de inconsistências que a gente só não percebe quando tem 13 anos, mas isso não importa. Desde o fim de The O.C, nós, eternos adolescentes, estávamos orfãos de uma série. Mas GG não é só uma série de adolescente, é a filha de The O.C com Sex and The City, e é por isso que eu gosto tanto! Além das histórias absurdas dos adolescentes, que fazem a gente lembrar de como a gente era, tem as roupas absurdas das protagonistas. Aliás, falando nas protagonistas, eu gosto muuuito mais da Leighton Meester (Blair)  do que da Blake Lively (Serena). Apesar da Blake ter 21 anos, ela parece ter 31 e Leighton que tem 22, tem o rosto e a doçura de uma menina da idade da sua personagem. E vocês, concordam? XOXO



O que ele disse:

“Moda desaparece, estilo é eterno”

“Eu queria ter inventado o jeans: o mais espetacular, o mais prático, o mais relaxado e o mais casual. Ele tem expressão, modéstia, sex appeal, simplicidade - tudo que eu espero das minhas roupas.”

“Não é elegante não saber a marca do que você está usando?”

“Eu sinto dor física ao ver uma mulher vitimizada e transformada em patética pela moda”

“Ao longo dos anos eu aprendi que o que é importante em um vestido é a mulher que o está vestindo”

“Nõs não devemos nunca confundir elegância com esnobismo”

O que ele fez

 Le Smoking - a foto é de 1975 de Helmut Newton

A famosa camisa saharienne

 Vestido da coleção inspirada em Mondrian

Coleção inspirada na Pop Art







Denise Dahdah, Jornalista e editora de moda e beleza da revista Quem